Aproveitando um fim de semana com sol de Inverno, nada melhor que dar um pulinho até ao Estuário do Tejo mesmo às portas de Lisboa. Para além de ficar a conhecer a mais importante zona húmida portuguesa e a maior da Europa Ocidental (com uma área estuarina de cerca de 34.000 ha) este passeio convida-o ainda a sentir as cores e aromas das lezírias. Os largos milhares de aves (com destaque para as populações de limícolas e anatídeos) que aqui ocorrem, sobretudo nos meses de Inverno, refletem a enorme importância que possue este estuário.


De cima para baixo
› O magnífico estuário do Tejo › Digital, 12-24 mm, tripé, ISO 100.
› Flamingos-comuns, os "senhores" do estuário › 300 mm; teleconversor 1.4x, Fujichrome Provia 100F.
› O descanso dos pilritos nas salinas › Digital, 600 mm, tripé, ISO 100.
› Pormenor de garça-real › digital, 600 mm, teleconversor 1.4x, tripé, ISO 200.
› Na primavera a lezíria enche-se de cor › 105 mm macro, polarizador, tripé, Fujichrome Velvia 50.



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