Desde que comecei a viajar por conta própria que, sempre que posso, gosto de usufruir de alguns dias na montanha durante os meses de Verão. Na zona de Lamas de Mouro, uma das seis entradas do parque nacional, os bosques de vidoeiros e pinheiros-de-casquinha permitem alguns ensaios fotográficos nocturnos. A urze e o tojo ainda se encontram em flor e as libélulas pululam junto às lagoas e ragatos. Um cenário que em breve desaparecerá, com o encurtar dos dias e o aproximar do Outono. Mas antes disso, regresso lá novamente para mais alguns dias, já durante a próxima semana.





De cima para baixo
› A imponência da montanha ao final da tarde › zoom 28-80 mm, filtro polarizador, tripé, película Fujichrome Velvia 50.
› Um garrano apanha o sol do fim da tarde › 300 mm, película Fujichrome Sensia 100.
› Fotografia nocturna no bosque em Lamas de Mouro › Digital, Zoom 12-60 mm, tripé, 200 ISO
› Uma libélula pousa junto a um regato cristalino › Digital, 105 mm macro, tripé, 200 ISO.
› Sapo-comum, um dos habitantes nocturnos › Digital, 50 mm macro, flash anelar, tripé.
› A imponência da montanha ao final da tarde › zoom 28-80 mm, filtro polarizador, tripé, película Fujichrome Velvia 50.
› Um garrano apanha o sol do fim da tarde › 300 mm, película Fujichrome Sensia 100.
› Fotografia nocturna no bosque em Lamas de Mouro › Digital, Zoom 12-60 mm, tripé, 200 ISO
› Uma libélula pousa junto a um regato cristalino › Digital, 105 mm macro, tripé, 200 ISO.
› Sapo-comum, um dos habitantes nocturnos › Digital, 50 mm macro, flash anelar, tripé.
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